Sub-sistemas


MapaSaneamentoUniaoFreguesiasAs redes domiciliárias de recolha e drenagem de esgotos que são necessárias construir em muitas povoações do concelho representam uma área de intervenção dos Serviços Municipalizados onde, nos próximos anos, vão ser necessários investimentos muito elevados. Investimentos que são demarcados pelo conjunto das obras realizadas e a realizar “em alta” pela empresa Águas de Lisboa e Vale do Tejo S.A..

Assim, em complemento à construção das obras de coletores de transporte de esgotos e consequente equipamento de tratamento por aquela empresa, têm realizado os SMAS e vão ter que continuar a fazê-lo, as obras das redes (“em baixa”) domiciliárias de recolha de esgotos domésticos em conformidade com os projetos de engenharia executados e plano elaborado em concreto no DEE [Documento de Enquadramento Estratégico].

Serão etapas consequentes a desenvolver no âmbito conjunto SMAS/candidaturas apresentadas a fundos comunitários e correspondentes comparticipações financeiras.

Nesta matéria, tão importante para o concelho e suas populações, não pode deixar-se de referir e evidenciar as grandes dificuldades de natureza burocrática e administrativa que se colocam, tanto no que se refere ao eventual acesso ao crédito bancário para realização de obras, como nos aspetos e diferentes condicionamentos a satisfazer para formulação e apresentação de candidaturas aos fundos comunitários.

Desta forma poderá dizer-se que, se financiamentos comunitários houver, os SMAS, assegurando a sua percentagem de comparticipação financeira através do seu orçamento, poderão realizar um volume de obra elevado e proporcional às necessidades do concelho; caso não haja comparticipações finaceiras através dos fundos comunitários, os SMAS, apenas poderão fazer pequenas obras em função das disponibilidades financeiras do seu orçamento.